
Roteiro de 4 dias em Bangkok
Um roteiro em Bangkok pode não ser tarefa fácil, a cidade é enorme e cheia de atrações.
Confesso que a imagem que tinha de Bangkok era de uma cidade grande, caótica e bagunçada.
Logo que cheguei já fui me surpreendendo, e a cada parte da cidade que conhecia me surpreendia mais. A cidade é limpa, organizada e de fácil locomoção. Conclusão: amei Bangkok.
A minha sugestão para a cidade é, de no mínimo 3 dias, mas se quiser ficar mais, sempre vai achar algo para ver e fazer de diferente. Não menospreze a estadia lá, porque vale muito a pena.
Vou colocar o meu roteiro, de 4 dias, que na minha opinião funcionou bem e quem quiser seguir vai se dar bem.
PRIMEIRO DIA:
Dizem para ficar mais tranquilo no primeiro dia devido ao Jet Lag, porque a gente chega sonolento e coisas do tipo. Bom, quando cheguei me empolguei tanto com o lugar que qualquer sono desapareceu e consegui curtir bem. Mas… vai de pessoa pra pessoa.
Me hospedei na região da Khao San Road (região bem conhecida, cheia de bares, lojas, comidas de rua e que a noite vira uma festa) e logo que cheguei na cidade fui explorar a região a pé e conhecer os templos.
Como o dia estava livre foi a vez de caminhar e conhecer vários templos. E para ir aos principais é bem tranquilo ir a pé.
Primeiro fui a um templo em frente ao Gran Palace (não lembro o nome, mas é muito bonito), e lá pude participar de uma espécie de ritual que é feito com algumas oferendas (flores, incensos e óleos). Foi o primeiro templo e já me encantou observar a religiosidade do povo tailandês.
Mapa com hospedagens recomendadas (em verde) e atrações. É só clicar que já será redirecionado para o link.
GRAN PALACE:
O Gran Palace fica em uma área enorme que abriga um conjunto de templos, além de um palácio que serviu como residência do rei durante muito tempo. É, provavelmente, o local mais visitado da cidade, então saiba que sempre estará cheio. A entrada custa cerca de 50 reais e para a visita deve-se cobrir joelhos e ombros.
A visita tem que estar no roteiro, o local é impressionante pelos detalhes, cores e pelos jardins impecáveis.





WAT PHO:
Esse templo (na verdade é mais um complexo de templos) fica bem pertinho do Gran Palace, então já dá para fazer a visita logo em seguida. A entrada custa cerca de 10 reais e você ganha uma água (necessária no calor de Bangkok).
É nesse templo que fica o famoso Buda reclinado, e sim, ele é enorme, mede 43 metros de comprimento e 15 de altura. Para registrar o Buda por inteiro é necessária uma ginástica com a câmera fotográfica, e mesmo assim fica difícil.
O templo é lindo e muito bem cuidado, com construções cheias de detalhes e jardins lindos entre elas.
E além dos templos, nesse local há uma das mais tradicionais escolas de massagem tailandesa. É claro que aproveitei a oportunidade e fiz uma massagem. A procura é grande, mas o numero de massagistas também, então em cerca de 20 minutos já fui atendida. A massagem corporal por 30 minutos custou cerca de 26 reais.





WAT ARUN:
Saindo do WAT PHO tem um canal que dá para atravessar com um barquinho. E do outro lado fica o chamado Templo do Amanhecer. Recomendo fazer em seguida pela facilidade de deslocamento. A entrada custa cerca de 5 reais e vale muito a pena.
Além do templo ser lindo (sei que falo isso de todos, mas todos são maravilhosos mesmo), dele você tem uma visão diferente de Bangkok, enxergando a cidade do outro lado do rio.



SHOPPING MBK CENTER:
Terminando essa pequena maratona de templos resolvemos ir à um shopping center. Por recomendação de outros blogs pegamos um tuk-tuk até o shopping por cerca de 20 reais. Pausa para registrar que nesse momento descobri meu meio de transporte favorito na Tailandia, nada mais genuíno que andar de tuk-tuk nesse país.
O MBK é enorme, moderno e setorizado. Em algumas partes do shopping é engraçado porque ao invés de lojas bonitas há espécies de barraquinhas como um camelódromo. Então a dica é: para compra de eletrônicos (que vale a pena) dê preferencia ao lado das lojas oficiais, e não das lojinhas estilo camelô.

Para quem quer trocar de celular, comprar câmeras ou acessórios de gopro, esse é o lugar ideal. Os preços são bem melhores que os do Brasil e há muita variedade de produtos.
Para voltar à região da Khao San Road há um ônibus (número 15) que passa em frente ao shopping, dica boa para dar aquela economizada no transporte. Ah, e a dica para aproveitar o restinho do dia é dar aquela volta pela Khao San Road.

SEGUNDO DIA:
TRAIN MARKET E FLOAT MARKET:
Este dia começou cedo com um tour (reservado no dia anterior em uma das várias agencias próximas à Khao San Road) pelo Train Market e Float Market. O tour custou 40 reais (negociados já) e incluiu o transporte de ida e volta e visita aos locais.
Para o passeio uma van nos pega cedinho no hotel e dirige cerca de 80km distante de Bangkok para chegar ao Train Market (mercado do trem). O mercado do trem é uma feira comum, se não fosse pelo fato de estar às margens de um trilho de trem e ele passar por lá. Lá a parada é rápida e estratégica para observarmos o momento em que o trem passa por meio da feira.
É impressionante como o trem passa muito ao lado dos alimentos, quase por cima. Todos tem que se amontoar em um canto para o trem não atropelar, chega a ser engraçado, e um tanto quanto perigoso até. E assim que o trem passa, em minutos está tudo montado e a feira segue.



De lá vamos rumo ao Float Market (mercado flutuante), se a gente achou que o mercado do trem era maluco, acho que esse ganhou. Vou colocar as fotos para vocês terem uma ideia, mas é um mercado onde a gente dá uma volta em uns barquinhos e vai verndo as ofertas e mercadorias ao longo do caminho.
Na prática é uma gritaria de vendedores pra todo o lado, um empurra empurra de barquinhos e preços bem altos. Mas é muito divertida toda essa confusão, é daquelas coisas que achamos que só existe em filme. Ou seja, vá.


CHINATOWN:
Voltando para Bangkok fui visitar a Chinatown, havia visto diversas fotos com a rua enfeitada, tudo muito bonito e resolvi conferir.


BAYOKE SKY BAR:
Passando o baque da Chiantown fui me recuperar em alto estilo. A noite pegamos um tuk-tuk rumo ao Bayoke, um sky bar que fica no 84° andar de um hotel. A entrada custa cerca de 40 reais com direito a um drink (vale a pena). A vista é linda e ainda por cima, na cobertura, há um espaço aberto com uma plataforma giratória para observarmos a cidade do alto.
Pra quem quer esquecer a dieta e se jogar na janta, no andar abaixo do bar há um restaurante com um buffet bem variado e enorme, só tinha visto um buffet tão grande quando fiz um cruzeiro. Tem de tudo, inclusive buffet de sobremesa, por um preço justo (desculpa, não me recordo, mas era algo em torno de 90 reais). Mais um dia cheio de novas experiências terminava, a bordo de um tuk tuk, claro.

TERCEIRO DIA:
Chatuchak Market
Esse dia foi para aproveitar a cidade. Negociamos um taxi e fomos em direção ao Chatuchak Market, uma feira gigante e setorizada com tudo o que você imaginar. Alimentação, roupas, artesanato, artes, enfim… é uma espécie de Aliexpress ao vivo. Pra quem quer fazer compras esse é o lugar.
Reserve um tempo bom para se perder entre os diversos corredores de lojinhas, os preços são bem atraentes, mas não esqueça de barganhar antes de fechar a compra.

Depois de passar horas no Chatuchak, terminamos o dia na tão querida Khao San Road, com seus inúmeros bares, barracas de comida, massagem e muito turista.

QUARTO DIA:
Último dia em Bangkok, fechamos um tour para Ayutthaya. A cidade foi a primeira capital da Tailândia e fica a cerca de 80km de Bangkok, foi destruída pelo exercito Birmanês e hoje é uma cidade de ruínas. Os tours pra lá incluem o transporte de ida e volta e cerca de 4 paradas em pontos diferente e almoço e custam cerca de 60 reais.
AYUTTHAYA:
Ayutthaya foi um dos lugares que mais me impressionaram durante a viagem. O cenário de uma cidade em ruínas agregada à beleza dos templos é de impressionar. Como fomos com o tour, há aquele ritmo de excursão, e realmente lá senti falta de ter o meu tempo para contemplar os locais.
Em muitos momentos parávamos em um local lindo, enorme, cheio de pontos a serem visitados e o guia nos falava para retornarmos em 45 minutos. Como assim? Eu mal conseguia tirar umas fotos boas e já tinha que voltar. No começo fiquei irritada mas depois me convenci que é assim mesmo.
No meio do passeio fazemos uma pausa para o almoço, incluído no preço, e surpreendentemente bom. Pausa para uma curiosidade: Ayutthaya é tão quente, mas tão quente, que enquanto almoçávamos, funcionários do restaurante molhavam o telhado numa tentativa de refrescar o local.
Esse é o único ponto negativo do passeio, chega um momento em que o calor é tão grande e quase não há sombras para nos proteger, que a energia para desbravar o local cai drasticamente. Tour super indicado.





De lá, não voltamos à Bangkok pois pegamos um trem noturno em direção à Chiang Mai na própria cidade. Mas isso é assunto para um próximo post.
Se quiser ver o roteiro completo da viagem é só clicar aqui: Roteiro Sudeste Asiático.
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