COMIDAS COREANAS: O que provar na Coreia do Sul
A Coreia do Sul tem sido o destino dos sonhos de muitos viajantes ultimamente, especialmente por conta dos famosos Doramas. Em minha viagem de volta ao mundo estive…
Visitar o Nepal é mergulhar em um universo único, de espiritualidade, tradição e cores.
Por muito tempo o Nepal esteve na minha lista, e coloquei o país no roteiro em meio a minha volta do mundo, começando pela capital.
Kathmandu é o ponto de partida para qualquer viagem ao país e, embora seja caótica à primeira vista, guarda experiências profundas para quem a explora.

Kathmandu é sim uma cidade caótica e barulhenta, e chegará uma hora do dia na qual você vai querer um pouco de paz e silêncio. Por isso a escolha de uma hospedagem ideal é muito importante.
Breve história: ao chegarmos na cidade nos hospedamos em uma pousada que, a princípio, tinha uma nota muito boa de avaliações e fotos interessantes. Conclusão: erramos feio. O local não era muito limpo, nem aconchegante. Então mudamos e então acertamos em cheio. Acertamos na tentativa e erro.
Nossa segunda hospedagem não poderia ser melhor, muito bem localizada (próxima de Thamel, a área turística) e incrivelmente silenciosa, além de ser muito confortável e contar com espaços comuns (coisa que eu valorizo muito).


O hotel é o Maya Manor Boutique Hotel, um hotel requintado para os padrões do Nepal, porém com um preço bem mais acessível comparado a um de mesma categoria no Brasil.
O quarto é muito confortável, espaçoso, com amenities, frigobar, térmica, secador de cabelo e escrivaninha. Tudo o que precisamos. Detalhe que não posso deixar de mencionar: o cheiro, não só do quarto como de todo o hotel é único.


Alguns detalhes deixam o lugar ainda mais especial, no primeiro andar tem uma espécie de museu (uma sala onde parece que voltamos no tempo), há também um spa, sala de ginástica e restaurante com mesas ao ar livre.
Com certeza nossa passagem por Kathmandu não seria a mesma se não tivéssemos trocado de hotel. O Maya Manor Boutique Hotel foi fundamental para equilibrar o caos gostoso da cidade com a calmaria que precisávamos em uma viagem longa.
E não posso deixar de recomendar um café maravilhoso que tem logo ao lado do hotel, chamado Cinammon Garden. Era para lá que ia editar vídeos e escrever para o blog. Um espaço aconchegante que serve pratos e cafés deliciosos. Destaque para o café com sal do himalaia e o Turkish eggs.

Se existe um bairro que todo viajante conhece em Kathmandu, esse bairro é Thamel. Foi nele que me hospedei. Lá você verá ruas estreitas cheias de lojinhas, cafés, restaurantes e pousadas.
Lá você vai ver que o que mais se vende são roupas de trekking, a maioria delas não são verdadeiras, mas enganam bem. Não esqueça de negociar antes de fechar a compra.

Um dos pontos que mais me marcou em Kathmandu foi o templo de Pashupatinath, considerado o mais importante templo hindu do Nepal.
O templo está às margens do rio Bagmati, considerado sagrado pelos nepaleses. O que mais nos impacta são os rituais de cremação, os quais podemos ver de pertinho.


A experiência é impactante, pois pra nós é muito diferente que tudo o que vemos, mas também é uma imersão na forma como os nepaleses encaram a vida e a morte. Observar os crematórios ao ar livre, ver os Nepaleses banhando os corpos no rio antes de cremá-los, realmente é impactante.
Para uma experiência completa, recomendo ir a tarde e ficar até a noite, pois ao entardecer, por volta de 18 horas, há um ritual com fogo, incensos e música, muito bonito de se ver.

Entrada no templo: 1000 rúpias nepalesas (cerca de 40 reais).
Para vivenciar um local realmente autêntico (e caótico) de Kathmandu, nada melhor do que explorar o mercado Ason. É um labirinto de ruas estreitas com uma infinidade de lojas que vendem desde especiarias até utensílios domésticos.
É o local perfeito para observar o dia a dia da população local. É um lugar onde todos os seus sentidos ficam em alerta, de tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo. Vá com tempo e disposição para encarar uma multidão nas ruas estreitas.


A Boudhanath Stupa (ou Big Boudha) é um dos maiores centros de peregrinação budista da Ásia e Patrimônio Mundial da UNESCO. É uma estupa branca com os olhos de Buda desenhados, que representa o olhar que tudo vê, da sabedoria e do despertar de Buda.
Lá você vai perceber diversas “rodas de oração” que são objetos cilíndricos que contêm milhares de mantras impressos, usados como uma prática de meditação e devoção no budismo tibetano. Acredita-se que girar a roda tem o mesmo efeito espiritual que recitar oralmente os mantras, acumulando mérito e sabedoria, além de purificar o carma negativo.


Entrada para a estupa: 300 rúpias nepalesas (cerca de 12 reais).
Kathmandu não é uma cidade com um transporte público efetivo e nem muito amigável. Os ônibus e vans são bem precários e não conseguimos entender para onde vão.

Há um aplicativo de transporte, semelhante ao nosso Uber, chamado Pathao. Porém, para instalar esse aplicativo é necessário ter um número local.
Como não tínhamos um número local (viajamos com um chip internacional da O MEU CHIP) acabamos usando o In Drive, que também funciona por lá. Geralmente as corridas tem um preço bem ok.

A comida Nepalesa me surpreendeu positivamente, tem muita semelhança com a culinária indiana, cheia de temperos, especiarias e pimenta.
Para esse capítulo, fiz um post especial, pois tenho muito a compartilhar sobre os sabores do Nepal.

Kathmandu é uma cidade de contrastes: caótica e espiritual. Foi uma cidade em que, em momentos amava, em outros já queria algo mais calmo. Mas com certeza um local que te toca de alguma forma.
E se você está pensando em ir para o Nepal ou fazer uma colta ao mundo e está perdido, me manda um email, um direct no instagram, que posso te fazer uma consultoria para sua viagem. Mas não deixe de ir.
Esses links podem ser úteis na sua viagem!
A Coreia do Sul tem sido o destino dos sonhos de muitos viajantes ultimamente, especialmente por conta dos famosos Doramas. Em minha viagem de volta ao mundo estive…
A comida do Nepal foi uma surpresa positiva durante a minha viagem de volta ao mundo. Confesso que não conhecia muito e não sabia exatamente o que encontraria,…
Phuket é a maior ilha da Tailândia, localizada no mar de Andaman, leva o título de uma das mais visitadas e badaladas ilhas desse país paradisíaco. Visitei Phuket…
A Índia não é para todos! Ouvi muito essa frase antes de chegar ao país. Imagina então uma favela na Índia. Definitivamente a frase é correta. A Índia…
Deixe um comentário